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The age of empire, 1875-1914

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~9h 46min
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Portuguese
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Published 1989 Paz & Terra
ISBN
9788577531011
Editions
Brochura
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About Author

Eric Hobsbawm

Eric John Ernest Hobsbawm (; 9 June 1917 – 1 October 2012) was a British historian of the rise of industrial capitalism, socialism and nationalism. His best-known works include his tetralogy about what he called the "long 19th century" (The Age of Revolution: Europe 1789–1848, The Age of Capital: 1848–1875 and The Age of Empire: 1875–1914) and the "short 20th century" (The Age of Extremes), and an edited volume that introduced the influential idea of "invented traditions". He was a life-long Marxist, and his socio-political convictions influenced the character of his work. Hobsbawm was born in Alexandria, Egypt, and spent his childhood mainly in Vienna and Berlin. Following the death of his parents and the rise to power of Adolf Hitler, Hobsbawm moved to London with his adoptive family.

Description

Na trilogia formada por A era das revoluções 1789–1848, A era do capital 1848–1875 e A era dos impérios 1875–1914, o historiador inglês Eric Hobsbawm procurou entender e explicar o século XIX e seu lugar na história. O reconhecimento internacional dessa trilogia deve-se ao fato de que Hobsbawm é um autor que não escreve apenas para especialistas, mas para um público culto mais amplo, ao qual a leitura desses livros permite ver o passado como um todo coerente e não como uma montagem de tópicos isolados. A era dos impérios, o período que vai de 1875 a 1914, é crucial para o desenvolvimento da cultura moderna e também para gerar debates acalorados na área da História, em sua grande maioria, iniciados nos anos que precederam 1914, sobre, por exemplo: o imperialismo, o desenvolvimento dos movimentos trabalhistas e socialistas, o problema do declínio econômico britânico, a natureza e a origem da Revolução Russa e, principalmente, sobre os motivos que levaram à Primeira Guerra Mundial. Para Hobsbawm, a era dos impérios não é apenas a belle époque, tantas vezes estilizada através de uma névoa dourada pelo cinema e pela televisão; não é o “paraíso perdido” que eventos como a Guerra Mundial e a Revolução Russa teriam enterrado no passado. O autor nos mostra que o quadro que precedeu 1914 ainda serve de referência na produção cultural erudita do século XX, nas ciências, na tecnologia e na área das comunicações. Acima de tudo, Hobsbawm nos apresenta a era dos impérios como um período marcado e dominado por contradições inerentes ao seu avanço e que indica que, graças a elas, “bem ou mal, desde 1914 o século da burguesia pertence à História”. “A era das revoluções, A era do capital, A era dos impérios (...) apresentam um mesmo conjunto surpreendente de qualidades: síntese; riqueza de detalhes; escopo global, ao mesmo tempo com uma acurada visão das diferenças regionais; fluência; poder de análise; e, ainda, clareza e vivacidade notável.” – London Review of Books “Um dos mais lúcidos, brilhantes e corajosos intelectuais do século XX.” – Luiz Inácio Lula da Silva

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